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Bem-vindo/a!

O objetivo da minha prática é acompanhar qualquer pessoa que esteja a atravessar um período de sofrimento ou que deseje iniciar uma mudança na sua vida. Este acompanhamento é feito ao seu lado, ao seu ritmo, e com pleno respeito pela sua história e pelo seu enquadramento cultural.

A minha abordagem

Especializada nas relações humanas, bem como nas questões sociais e interculturais de um ponto de vista clínico, adoto uma abordagem integrativa, alimentada por diferentes orientações terapêuticas.
A minha prática baseia-se, em particular, na terapia familiar sistémica, integrando também técnicas provenientes do psicodrama, da arteterapia, da atenção plena (mindfulness), da terapia narrativa e da terapia da floresta.

Para quem?

Acolho todas as pessoas que sofrem e que desejam iniciar um processo de mudança.
A minha abordagem terapêutica procura criar um espaço seguro, propício a dar sentido às experiências vividas e a favorecer o surgimento dos recursos psíquicos, respeitando sempre a singularidade de cada história.

  • Mulheres que atravessam períodos de estagnação ou de transição – seja num percurso de procriação medicamente assistida, durante a gravidez e o pós-parto, no processo de maternidade em todas as suas etapas, no viver do luto ou do arrependimento, ou ainda na menopausa e no envelhecimento – e que incarnam simultaneamente resiliência e vulnerabilidade ao longo das estações das suas vidas.

  • Pessoas vítimas de violências sistémicas (racismo, sexismo, LGBTQIA+, capacitismo, classismo, etc.), cujas experiências, muitas vezes marcadas pela exclusão e/ou invisibilidade, são acolhidas em toda a sua complexidade. Este trabalho terapêutico, baseado numa compreensão interseccional dos mecanismos em causa, visa restaurar a autoestima e reintegrar o lugar da pessoa na relação social.

  • Pais confrontados com impasses ou encruzilhadas difíceis, acompanhados nas suas reflexões sobre a parentalidade, sejam elas universais ou ligadas a contextos específicos: desafios interculturais, adoção ou desenvolvimento atípico da criança.

  • Pessoas com deficiência e os seus familiares ou cuidadores, acompanhados na elaboração psíquica dos desafios únicos que enfrentam, no reforço dos processos subjetivos e da autoestima, tendo também em conta as ressonâncias familiares, emocionais e sociais da deficiência.

  • Jovens adultos que se sentem perdidos/as na transição para a vida adulta, confrontados com múltiplas escolhas de vida, stress, ansiedade ou depressão.

  • Pessoas que vivem longe do seu país de origem: expatriados/as, cônjuges ou parceiros/as em mobilidade, famílias militares, nómadas digitais, crianças de terceira cultura, estudantes internacionais, jovens au pair ou em estágio

A minha prática é neuroafirmativa, ou seja, acolhedora e respeitosa de perfis neurodivergentes.

(Lista não exaustiva)

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